| No ultimo post eu falei sobre os clichês blognianos. Na verdade no ultimo eu falei sobre absurdos da vida real mas esse não vem ao caso. Irei parafrasear José Simão dizendo, “Na minha heróica e mesopotâmica...” procura por blogs continuo não achando muita coisa interessante. Cai tudo sempre nos mesmos clichês. E o caso mais comumente (não sei se essa palavra existe mas não faço questão de saber, porque se ela não existisse pra mim existe a partir de agora) encontrado é o caso que eu nem falei no post (pus no comentário) que é o povo falando de amor. Mas por que diabos as pessoas querem tanto falar de amor? O que é tão fascinante assim no amor ? E o que me chateia mais ainda é o fato de que se trata do amor de um modo totalmente leviânica. O amor pode ser e é realmente uma coisa linda. O amor de uma mãe pelos filhos. O amor de um casal de anciãos. O amor entre amigos de infância. O amor entre irmãos. O amor de Deus pelo mundo. É tanta coisa que pode ser debatida, discutida, comentada. Mas não, só se fala na dor de cotovelo, de carência e por ai vai. Do meu ponto de vista isso nem amor não é. Paixão seria a palavra correta. Mas ainda’ssim não entendo o por que de ser tão falado. Por que existe essa necessidade característica da adolescência de falar que seu grande amor é algo inalcançável. Tudo bem que grandes poetas e escritores de prosa (deveria existir uma palavra que definisse escritores de prosa, algo como prosistas) falavam de paixão do mesmo modo e cantavam suas dores de amor do mesmo modo que os blogonautas hoje em dia, mas o fato é que eles sabiam escrever. Esse é o grande problema. Nada contra textos amorosos mas por favor gastem um pouco de tempo na composição literária dos seus textos. Parando bem pra pensar nem sei se essa critica vale muito a pena, afinal não tenho argumentos tão sólidos assim (escrevo isso por que realmente me cansa entrar num blog e me deparar com um texto com um titulo sugestivo e interessante e no fim das contas ser mais um texto qualquer de amor [confesso que sinto um pouco de inveja também pelo fato desses blogs terem centenas de seguidores enquanto eu tenho o Wagner. Mas pelo menos com excessão dele sei que meu seguidores gostam do meu blog e o lêem{pelo menos eu realmente acredito nisso}]) e também por que (pra você que se perdeu o paranteses começa no assim ali em cima) eu não creio que adolescentes desse tipo leiam o meu blog. E se você se sentiu ofendido pode ir embora ( a não ser que seja um dos meu seguidores ou algum amigo meu, nesse caso venha conversar comigo antes de sair) mas saia sem me processar. E falando em processar se tem alguém aqui que entenda de leis e puder me informar se eu posso processar a Palmolive por colocar os ingredientes do shampoo apenas em Inglês e Espanhol eu ficaria muito grato. E esse parágrafo nem teve muita utilidade para o post então se você quiser pode pula-lo. Depois de falar das pessoas que falam de amor irei eu falar de amor. Para ficar mais fácil a todos (na verdade mais fácil pra mim apenas) eu não irei diferencias ágape, fileo, Eros, raya, ahava nem dode. Irei usar apenas amor. Amo muitas mulheres embora não ame nenhuma. Amo muitos homens também. Amo pessoas que eu nunca vi. Amo pessoas que eu vejo de vez em quando. Simplesmente amo. Eu comecei a fazer uma lista de nomes aqui mas desisti por que o medo de esquecer alguém é muito grande. Laranjas amo vocês. PIPPA amos vocês. Atos amo vocês. PREBJA amo vocês. UPR amo vocês. Galera de Pouso Alegre amo vocês. Galera da Filadelfia (sede, congregação e todos que já passaram por lá ) amo vocês. Principalemte minha família amo vocês. Pode não ter sido bom mas foi sincero o texto. Amar não é brincadeira. Quando estou aqui dizendo que amo não é por que eu gosto, mas além disso, por que me preocupo. Por tento suportar as diferenças. Por que de fato dar a vida por vocês (literalmente falando) não seria algo tão dificil assim. E já que mencionei dar a vida, qual o amor maior do que o de um Pai, que desampara seu filho na cruz, por amor a mim, e a você. Essa é minha base pra falar de amor. Conhecer esse amor me ensina a cada dia o que é amar alguém. E é apenas por isso que eu digo a todos os grupos citados Eu amo vocês Não sei se ao encontrar esse post eu algum blog se eu o enquadraria em um texto clichê. Sei por mim mesmo que fui sincero, mas essa sinceridade e essa profundidade que você sentiu são o que minha “habilidade de escritor” me permitem escrever. “Um bom dia. E se não nos vermos mais, bom dia boa tarde e boa noite” – The Truman Show Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine. Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará. O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; 7tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos. Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino. Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; então, veremos face a face. Agora, conheço em parte; então, conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor. I Epistola de Paulo aos Corintios, no seu capitulo XIII | ||
quinta-feira, 29 de abril de 2010
e o amor ?
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por que meu cara te citarei dois gênios uma Bahiana e um Cearens
ResponderExcluir-Maria Bethania : "Amor é sede depois de ter-se bem bebido" e a sede do saciado é o que mais perturba a nossa alma
- Marcus Dias: "Amor é como morada alheia, agente entra quando pode e sai quando precisa"
e como não vivemos só no mundo temos necessidade de ficarmos entrando sempre na morada do outro